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orgulho pela metade manhã e ela vizinha de cama do banho confuso você não foi feita pra mofar na cabeça onde aborto tudo enfeitado e opaco
Escrito por joão pedro às 14h31
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descuido rebolando até pé sangrar tarado de mentira alucinado pela pocahontas aos dezesseis achei que fosse elvis ou sinatra adolescente cantando aleluia feito pastor de vira-latas do quintal
Escrito por joão pedro às 14h29
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antiquário racionalizei sua ausência na chuva e hoje só desenho monstros com patas macias
Escrito por joão pedro às 22h32
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sodomia a ardência que explora no sexo breve indiferença também ancora um sinônimo de doença o mais repleto estudo descreverá o fardo que desminto apesar de tudo quando perdido em pelos não ardo
Escrito por joão pedro às 17h29
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ator
enxergo no outro amigo de domingo a resposta mágica se o mar não é pra mim
Escrito por joão pedro às 16h59
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close cerebral pulanacamacozinhapratofeitodinamite
Escrito por joão pedro às 22h58
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mais ou menos dez amo todo mundo menos um profundo olá adeus
Escrito por joão pedro às 15h52
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a vinícola do retorno tingiu lembrar de esquecer lembranças sem querer preciso não morrer logo ser um pouco infeliz não existe vinho amargo
Escrito por joão pedro às 16h32
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sociedade vera valéria sabia quase tudo como os mendigos do parquinho fazia três anos que não abria um livro fazia três minutos que não abria o sexo
Escrito por joão pedro às 16h30
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princesa nua sentada no trono o bobo suicidou-se o rei fugiu do castelo a rainha casou sobrou a princesinha
Escrito por joão pedro às 14h20
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valente nasceu ontem no esgoto da rua uma princesinha de nome desconhecido
Escrito por joão pedro às 14h18
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versinho idiota
um a um dois a dois sem você sem nós dois não tem graça nada acontece ninguém chora ninguém adoece todos mudam ficam mudos de vez não contam história nem aquelas de era uma vez
Escrito por joão pedro às 09h59
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dois livros mudos sobre a mesa a mesinha babaca cospe nem bem fermenta sempre quase ataca nunca breve é lenta mata livros sortudos pra dormirem com ela solapando estudos que depois cancela os mudos nunca gagos chutam letras enquanto outros muito mal pagos rugem em esperanto roucos dizem amém num verbo indevido quase frouxo contém migalhas sem sentido
Escrito por joão pedro às 09h51
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lar doce lar lar doc lar lar do lar lar lar la la l l
Escrito por joão pedro wapler às 16h07
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palavras soltas pedra na mesa suja pecado sem sentido beijar uma curuja com alvo definido loucura assim não há nem verso com explicação o gregório quiçá pode não ter razão
Escrito por joão pedro wapler às 17h07
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